Feliciano foi denunciado em janeiro pelo procurador-geral da República,
Roberto Gurgel, por homofobia. Gurgel considerou que é ato
discriminatório a mensagem do deputado no microblog Twitter com a frase
“A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à
rejeição”. O procurador pediu punição de um a três anos de prisão.
Posts no qual o parlamentar fala sobre raças, como:
“Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O
motivo da maldição é a polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters
rsss”,
“Não sou contra a comunidade LGBT, sou contra seus ativistas”, afirma Feliciano
Além disso, Feliciano também responde a ação penal pelo crime de
estelionato, denúncia feita em 2009, antes de ele tomar posse como
deputado federal. O processo foi remetido ao STF em razão do foro
privilegiado.
Apesar disso, o deputado foi eleito novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

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